Leia o conteúdo, examine o estudo de caso, realize o exercício e confira o gabarito apresentado na própria aula.
Introdução
A segurança do trabalhador e a segurança do paciente estão conectadas. Exposição biológica, acidente com perfurocortante, esforço inadequado, radiação, produto químico, violência e fadiga podem causar dano ao profissional e comprometer o cuidado. A NR 32 estabelece diretrizes de proteção nos serviços de saúde, sem afastar outras normas aplicáveis.
Riscos na clínica ortopédica
- Contato com sangue e secreções durante punções e curativos.
- Perfurocortantes e descarte inadequado.
- Movimentação de pacientes e sobrecarga musculoesquelética.
- Radiação ionizante na radiologia.
- Produtos de limpeza e desinfecção.
- Quedas, colisões e falhas de equipamentos.
- Estresse, agressões e organização inadequada do trabalho.
Hierarquia de controle
A clínica prioriza eliminar ou reduzir o risco na fonte, adotar proteção coletiva, organizar o trabalho e utilizar equipamentos de proteção individual quando indicados. EPI não substitui barreiras de engenharia ou procedimentos seguros.
Resposta ao acidente
O trabalhador interrompe a exposição, realiza cuidados imediatos previstos, comunica o responsável e segue o fluxo ocupacional. O registro permite assistência, investigação e prevenção. Ocultar acidente impede cuidado oportuno e manutenção das barreiras.
Estudo de caso
Durante transferência, uma profissional tenta sustentar sozinha um paciente que perde o equilíbrio. Ambos quase caem. A análise identifica ausência de classificação da assistência necessária e cadeira distante. O fluxo passa a definir número de pessoas, equipamento e comando antes do movimento.
Exercício
Escolha um risco ocupacional da clínica e proponha controles na fonte, coletivos, administrativos e individuais.
